domingo, 12 de março de 2017

LOOKS

O F F I C E   L O O K S


É preciso inspiração (e paciência) para pensar de antemão nos looks de trabalho para a semana que começa! O mais importante é sentirmo-nos bem com a roupa que vestimos e com isso estarmos mais confiantes para o que der e vier! Não se esqueçam de pensar também se o look é confortável (porque se não for vai-se notar) e reflete a vossa personalidade de mulheres poderosas. 🙂
Boa semana de trabalho!


 
 
  
 

quinta-feira, 2 de março de 2017

TRENDS - PALAZZO PANTS


P A L A Z Z O   P A N T S 


O reinado absoluto das calças skinny acabou e as calças largas de cintura subida são super trendy. O melhor é que este modelo favorece muito a silhueta e, tão importante quanto isso, é super confortável!!
O único contra é que é muitas vezes associado a um look mais formal ou de trabalho, mas facilmente se converte em algo mais casual quando combinado com uma t-shirt ou uns ténis. 
Vejam lá como a Victoria, mulher do David, abusa deste visual!



















quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

STREET STYLE - MFW

M I L A N   F A S H I O N   W E E K 


As italianas não brincam em serviço e mostram como se faz nas ruas com acesso à semana da moda de Milão. Itália já é, para mim, aquele país que tem tudo (cidades, história, comida, praias, ilhas, pequenas vilas e...italianos) e a moda também tem aquele sal extra! 
Taaanta inspiração!!


















quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

NOVIDADES ZARA


Z A R A   N E W S 


Fui dar uma voltinha na ZARA para ver as novidades desta próxima estação e começar a pensar em looks mais leves. A colecção está super interessante e tem muitas peças básicas mas com um pormenor, ou outro, que as tornam uns miminhos. 
De certeza que também já foram espreitar!!







quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

AZERBAIJÃO - PAÍS AUTÊNTICO


A Z E R B A I J Ã O 


Estive de férias no Azerbaijão!! Isso mesmo - Azerbaijão!
Até à partida muita gente me interrogou o que iria eu fazer no Azerbaijão e muita gente me assustou com perguntas como "Como vão os preparativos para o Afeganistão?" "Quanto tempo vais ficar no Paquistão?" :D
Desde cedo procurei uma justificação para a escolha do destino e acabei por afinar muito bem uma resposta: vou à procura de um país que ainda seja autêntico. Onde ser turista ainda é uma novidade e ninguém se acotovela para ver um qualquer monumento ou beleza natural. Objectivo cumprindo. 

É um país de contrastes, com uma capital que é uma mistura entre Paris e o Dubai, e com todo o restante país (que visitei) ainda preso na era soviética. Autoestradas que não se podem chamar como tal, cidades confusas, paisagens de cortar a respiração e um parque automóvel que nos leva para outros tempos. 

Em Gobustan visitámos os vulcões de lama - fenómeno que ocorre quando o gás no subsolo encontra terrenos lamacentos e vem até à superfície criando pequenos vulcões que expelem lama. O melhor de tudo? Não tinha absolutamente ninguém. 




Fomos para noroeste para nos perdermos em pequenas aldeias cheias de neve, onde a atracção somos nós.

Lahic 

Lahic - oficina de cobre

 Lahic

Lahic


São aldeias remotas que ficam mais remotas nesta época do ano. Chegar foi sempre uma aventura, largamente compensada pela simpatia dos locais, com direito a convites para tomar chá em casa de quem connosco se cruzava. Recusámos sempre, com medo de estar a invadir a privacidade de um povo que não conseguimos facilmente ler. Valeu-nos um chá servido no meio da rua, da mãe de uma filha adolescente empenhada em falar inglês, com o livro da escola como apoio. Ainda assim a comunicação é quase impossível com palavras, mas nada que não nos deixe mostrar a gratidão pelos gestos desta gente. 



 Laza 

Laza

 Xinaliq

Estrada para Xinaliq

E depois há Baku, a capital. Na margem  do mar Cáspio, ergue-se uma cidade com o glamour de uma cidade europeia e o arrojo de uma cidade do médio oriente. Os turistas "finalmente" aparecem e enchem a marginal da cidade, os hotéis de cadeias internacionais e as ruas das compras. Vêem-se mercados de Natal, stands da Ferrari, táxis iguais aos de Londres e é preciso algum tempo para assimilar a miscelânea de gentes e sons. 











O país está plantado em cima de petróleo e gás. Nos arredores de Baku as torres de extracção de petróleo são tantas e repetem-se por tantos quilómetros que facilmente cada habitante tem uma no seu jardim. E depois ainda há o gás natural. Bem perto de Baku encontramos um aquecedor natural, a gás, gigante. Alguém se lembrou de chegar um fosforo a este barranco, nos anos 50, e arde até hoje.



A comidinha é uma delicia, a preços ainda mais deliciosos. O kebab é rei, mas encontram-se muitas outras iguarias.


Se vale a pena visitar o Azerbaijão? Vale, em toda a linha, para quem vai à procura de experiências e contactos genuínos. :D